Começou esta segunda-feira em Paris, França, o julgamento do "Angolagate", um caso em que 42 pessoas respondem a acusações de
envolvimento em comércio ilícito de armas, abuso de confiança, fraude fiscal e
tráfico de influência.
O caso eclodiu em 1993, quando a polícia, lançada numa investigação
fiscal descobriu indícios de negócios
ilegais no escritório de Pierre Falcone, patrão da Brenco, empresa contratada
por Angola para comprar armas na República Checa. Passaram-se mais de 10 anos,
as relações entre Luanda e Paris esfriaram, melhoraram este ano com a visita do
Presidente Nicolas Sarkozy, mas ninguém sabe
como ficarão as coisas quando o julgamento chegar ao fim. Na verdade, e como diz
Artur Silva da Rádio Alfa de Paris, é preciso saber primeiro se o julgamento
irá ate ao fim, o que não parece claro
neste momento